Desde o final da década de 90, vivemos a era das próteses de quarta geração: oferecendo um risco mínimo de rompimento, elas são feitas com mais camadas e de silicone coesivo (que não se espalha).
Além disso, os médicos escolhem o modelo de forma individualizada e na hora da escolha são levados em conta o volume da mama, a largura, a altura e a projeção para cada tipo de tórax, de pele, de formato de mama. Cada detalhe tem que ser levado em consideração para que o resultado fique o mais natural possível.
Hoje são cerca de 12 opções de próteses para atender a diferentes desenhos de corpo. É por isso que, para você, vale mais a opinião do médico do que tentar copiar aquela atriz famosa!
Se você também tem dúvidas quando o assunto é amamentação e silicone, pode ficar tranquila.
O silicone não interfere na amamentação ou na produção e excreção do leite materno. O implante fica abaixo da glândula mamária e não tem nenhum contato com o alimento.



