Radis debate acesso à cannabis medicinal

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Cannabis para quem? O uso medicinal da cannabis avançou no Brasil nos últimos anos, trazendo alívio para milhares de pessoas em tratamento de dores crônicas, epilepsia e outras doenças. Mas essa é uma realidade distante de muitos brasileiros: o acesso a esses medicamentos ainda é restrito pelo alto custo e pelas dificuldades de produção no país, o que muito se deve aos estigmas em torno da maconha.

Há um processo de mudança em curso, com um novo cenário regulatório aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em janeiro, que estabeleceu regras que facilitam o cultivo e a produção em território nacional para fins terapêuticos, principalmente por associações de pacientes. Enquanto a ciência se dedica a descobrir novas aplicações medicinais para a maconha, pacientes e familiares reivindicam políticas públicas que ampliem o acesso e garantam a incorporação desses tratamentos no SUS.

Na edição, você também confere: Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) ainda não é realidade na maior parte dos municípios brasileiros, como mostram dados do Observatório sobre o tema; a professora Jeane Tavares, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), aborda os impactos do racismo na saúde mental da população negra; a primeira turma de sanitaristas indígenas conclui o mestrado na Amazônia; e um grupo de católicas defende o direito amplo à vida e o Estado laico nos debates sobre aborto.

A revista Radis é publicada por um programa nacional e permanente de jornalismo crítico e independente em saúde pública ligado à Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (Ensp/Fiocruz).

Continue a leitura no site da Radis.

Confira a nova edição da revista na íntegra



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