A pressão sobre os custos da construção civil aumentou nos primeiros meses de 2026 e reforça a expectativa de novos reajustes no preço dos imóveis. O cenário é apontado pela Sondagem Indústria da Construção, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que mostra inflação elevada, juros altos e crédito mais restrito entre os principais desafios enfrentados pelo setor.
O índice que mede a evolução do preço médio de insumos e matérias-primas subiu 6,8 pontos em relação ao último trimestre de 2025, chegando a 68,4 pontos. O avanço evidencia a continuidade da pressão sobre os custos de obras e incorporações em todo o país.
Os juros elevados passaram a liderar o ranking dos principais problemas da indústria da construção, superando inclusive a escassez de mão de obra, que também segue pressionando as despesas do setor.
Além disso, o acesso ao crédito ficou mais difícil no início do ano. O indicador que mede a facilidade de obtenção de financiamento caiu de 39 pontos no quarto trimestre de 2025 para 37,7 pontos no primeiro trimestre de 2026. O nível de equilíbrio do indicador é de 50 pontos.
O ambiente inflacionário, que já vinha pressionado desde os últimos anos, ganhou novos componentes com a guerra no Oriente Médio. A alta dos combustíveis ampliou os impactos sobre cadeias produtivas e custos logísticos, afetando diretamente a construção civil e outros segmentos da economia.
Com a inflação persistente, as expectativas de queda dos juros perderam força nas últimas semanas. O movimento já aparece nas projeções do mercado financeiro divulgadas pelo Banco Central no Boletim Focus.
Na prática, o cenário combina aumento no custo dos materiais, margens mais apertadas para incorporadoras, maior dificuldade de financiamento e crédito mais caro para empresas e consumidores.
Para o mercado imobiliário, o efeito tende a ser direto no valor do metro quadrado, que já acumula forte valorização desde a pandemia. A tendência é de manutenção da pressão sobre os preços dos imóveis novos, especialmente em empreendimentos com maior dependência de crédito e insumos industriais.
O contexto também exige atenção de investidores, incorporadores e compradores. Empreendimentos podem enfrentar revisão de custos e prazos, enquanto consumidores tendem a encontrar imóveis mais caros e condições de financiamento menos favoráveis no curto prazo.
A pressão sobre os custos da construção civil aumentou nos primeiros meses de 2026 e reforça a expectativa de novos reajustes no preço dos imóveis. O cenário é apontado pela Sondagem Indústria da Construção, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que mostra inflação elevada, juros altos e crédito mais restrito entre os principais desafios enfrentados pelo setor.
O índice que mede a evolução do preço médio de insumos e matérias-primas subiu 6,8 pontos em relação ao último trimestre de 2025, chegando a 68,4 pontos. O avanço evidencia a continuidade da pressão sobre os custos de obras e incorporações em todo o país.
Os juros elevados passaram a liderar o ranking dos principais problemas da indústria da construção, superando inclusive a escassez de mão de obra, que também segue pressionando as despesas do setor.
Além disso, o acesso ao crédito ficou mais difícil no início do ano. O indicador que mede a facilidade de obtenção de financiamento caiu de 39 pontos no quarto trimestre de 2025 para 37,7 pontos no primeiro trimestre de 2026. O nível de equilíbrio do indicador é de 50 pontos.
O ambiente inflacionário, que já vinha pressionado desde os últimos anos, ganhou novos componentes com a guerra no Oriente Médio. A alta dos combustíveis ampliou os impactos sobre cadeias produtivas e custos logísticos, afetando diretamente a construção civil e outros segmentos da economia.
Com a inflação persistente, as expectativas de queda dos juros perderam força nas últimas semanas. O movimento já aparece nas projeções do mercado financeiro divulgadas pelo Banco Central no Boletim Focus.
Na prática, o cenário combina aumento no custo dos materiais, margens mais apertadas para incorporadoras, maior dificuldade de financiamento e crédito mais caro para empresas e consumidores.
Para o mercado imobiliário, o efeito tende a ser direto no valor do metro quadrado, que já acumula forte valorização desde a pandemia. A tendência é de manutenção da pressão sobre os preços dos imóveis novos, especialmente em empreendimentos com maior dependência de crédito e insumos industriais.
O contexto também exige atenção de investidores, incorporadores e compradores. Empreendimentos podem enfrentar revisão de custos e prazos, enquanto consumidores tendem a encontrar imóveis mais caros e condições de financiamento menos favoráveis no curto prazo.
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Informações retiradas de A Gazeta


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