Estão disponíveis as inscrições para o novo curso Doenças crônicas não transmissíveis e o desafio da vigilância em saúde nas regiões fronteiriças, uma formação online, gratuita e autoinstrucional. As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) representam uma das maiores ameaças à saúde pública na atualidade e exigem respostas urgentes dos sistemas de saúde. O curso visa ampliar a capacitação de profissionais e as ações de vigilância e cuidado, estimulando a aprendizagem mais contextualizada e favorecer a conexão entre teoria, prática e tomada de decisão.
Com carga horária de 40 horas, a formação reúne conteúdos sobre vigilância em saúde, promoção da saúde, fatores de risco e organização da rede de atenção à saúde para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis. A proposta conduz os participantes por missões e desafios que estimulam a análise de cenários, a interpretação de informações e a tomada de decisão em contextos reais da vigilância em saúde, especialmente nas regiões de fronteiras. A formação lança mão de documentos oficiais, relatórios e podcasts como elementos que auxiliam o percurso formativo para contextualizar conteúdos, articular dados, apoiar a análise de cenários e a tomada de decisão em vigilância em saúde.
O lançamento da formação amplia a vigilância em saúde nas regiões de fronteira, territórios que exigem respostas integradas e sensíveis às suas especificidades. A proposta pedagógica salienta o compartilhamento de conhecimentos por meio de narrativas gamificadas, baseada em situações e desafios do cotidiano dos serviços de saúde. A escolha visa aproximar o conhecimento científico da realidade dos profissionais e usuários com doenças crônicas.
As DCNT, grupo que inclui doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas, são responsáveis pela maior parte das mortes no Brasil e no mundo. Associadas a fatores de risco modificáveis, essas enfermidades exigem ações integradas de promoção da saúde, prevenção, vigilância e assistência. As DCNT são responsáveis pela maior parte das mortes prematuras no Brasil e no mundo. Seu enfrentamento exige ações articuladas de promoção da saúde, prevenção, vigilância e assistência, além de estratégias capazes de reduzir os fatores de risco modificáveis, como tabagismo, sedentarismo, alimentação inadequada e consumo abusivo de álcool. Em territórios fronteiriços, os desafios tornam-se ainda mais complexos devido à intensa mobilidade populacional, às diferenças na oferta de serviços e às especificidades sociais e territoriais que influenciam diretamente o acesso aos serviços e a continuidade do cuidado.
Destinado a profissionais de saúde, especialmente aqueles que atuam na vigilância em saúde e na Atenção Primária à Saúde, além de familiares e pessoas com DCNT, o curso é aberto a todos os outros interessados no tema. Faça a sua inscrição.
O curso tem coordenação da Vice-Presidência de Educação, Informação de Comunicação (Vpeic/Fiocruz), em parceria com a Fiocruz Pernambuco. O VigiFronteiras-Brasil é uma iniciativa da Fiocruz em parceria com a Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério das Saúde e com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
Período eleitoral
Durante o período eleitoral (de 4 de julho até 25 de outubro), os conteúdos digitais publicados e disponibilizados pela Agência Fiocruz de Notícias (AFN) acompanham as orientações da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). O documento esclarece que é permitida a divulgação de “conteúdo meramente informativo ou de serviço ao cidadão”.


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