Familiares de sequestrados reunidos sexta-feira à noite, em Tel Aviv

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Passíveis de punição

Volker Turk, da Comissão de Direitos Humanos da ONU: “Violações na guerra entre Israel e Hamas devem ser responsabilizadas. A impunidade contribuiu para atos que poderiam ser considerados crimes internacionais. Peço cessar-fogo e a garantia de pleno respeito ao direito internacional”.

Responsabilidade

O Hezbollah assumiu responsabilidade por três ataques a Israel, até agora, nesta sexta-feira.

Iêmen

Estados Unidos bombardearam quatro drones e dois mísseis que estavam prontos para serem lançados pelos rebeldes Houthis, do Iêmen, ao Mar Vermelho.

Aguentar nos túneis

Eyal Mor, sobrinho do sequestrado Avraham Monder, de 79 anos, em Tel Aviv: “Acreditamos muito que eles tenham fé lá, para perseverar, até chegar o dia da libertação. Desejo sucesso à equipe que representa Israel, na Cúpula de Paris”.

Saudade

Ella Ben Ami, filha do sequestrado Ohad Ben Ami, de 55 anos, falou há pouco, em Tel Aviv, durante cermiônia do início do Shabat: “Já são 20 semanas sem eles. Nosso momento favorito às sextas-feiras é o pôr do sol. Abrimos a porta, colocamos músicas. Sentimos falta dele”.

Aprender a falar

Yair, tio do sequestrado Yarden Bibas, cuja esposa, Shiri, e seus dois filhos, Kfir e Ariel, também estão detidos em Gaza, disse em Tel Aviv: “Quando esta família nos visitava, era júbilo e alegria, crianças pulando. Não consigo descrever o que estão passando agora. Tenho esperança e fé de que eles retornarão. Queremos que o Kfir, de um ano, saiba uma palavra de hebraico, antes de saber, em árabe”.

Ataques

Caças israelenses atacaram infraestrutura terrorista do Hezbollah, no sul do Líbano.

Decepção

O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken: “Estamos desapontados com a decisão do governo israelense de aprovar a construção de aproximadamente três mil unidades habitacionais, em assentamentos, próximos a Jerusalém. De acordo com a política norte-americana, a ação não é benéfica para o processo de paz entre palestinos e Israel”.

Fora da lei

O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional na Casa Branca, John Kirby, sobre decisão israelense de construir milhares de novas unidades habitacionais nos assentamentos: “Não estão de acordo com a lei internacional. Há decepção, de nossa parte. Sabemos que a administração anterior de Washington foi inconsistente nesta questão”.

Dois estados

O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional na Casa Branca, John Kirby: “O presidente Biden continua empenhado em uma solução de dois estados. Somos muito claros e consistentes sobre como pensamos que Gaza deveria ficar depois da guerra. Isso, não mudou. Vamos pressionar e transmitir a nossa posição aos israelenses. Não apoiaremos a operação em Rafah, a menos que Israel tenha um plano para garantir a paz e segurança dos cidadãos de lá”.

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