No Brasil, o início da semana foi marcado pela pressão nos ativos locais, impulsionada por um cenário externo conturbado, repleto de notícias econômicas e políticas em todo o mundo. As preocupações se intensificaram com o setor imobiliário chinês, especialmente após a incorporadora Evergrande receber ordem de liquidação, lançando uma sombra sobre as commodities. Esse quadro obscureceu o otimismo inicial em relação às medidas do governo brasileiro para aumentar a confiança dos investidores.
A nível nacional, as divulgações das contas públicas de 2023, após o fechamento do pregão, agravaram as preocupações, evidenciando um déficit de R$ 230 bilhões no ano passado. O ministro da economia, Fernando Haddad, atribuiu esse resultado a decisões de pagamento de calotes com precatórios. A incerteza agora paira sobre o cumprimento da meta de déficit zero em 2024, uma meta que cada vez mais parece improvável, apesar da defesa de Haddad pela busca persistente desse objetivo.



