Farei algumas confissões; talvez façam sentido… Talvez não.
Estava em Americana/SP; fui para um curso de Coaching & Neurosemantica. Interessante, confesso… Tivemos na época alguns exercícios, a neurosemantica trabalha com significados; que geram crenças – limitadoras ou fortalecedoras e que criam as matrizes de nossas vidas…
Em um dos exercícios compartilhei ideias com um rapaz – mesma idade que eu tinha (33 anos – hoje tenho 34 rs), ele era solteiro (enrolado). Um homem prático. Vivia e ainda vive mais o presente que eu, confesso! Conversamos justamente sobre o sentido desta matriz: relacionamentos, no caso, relacionamento íntimo.
Pode parecer bobo, mas me identifiquei com ele em muitas questões. Esse papo de metade da laranja affffff não, não existe! Até porque ter uma metade por aí significa que você está incompleto! E minha amiga compreenda; SOMOS TODOS COMPLETOS! Você nasceu inteiro… Pés, mãos, corpo; você é um ser humano completo – compreende? Sem essa de terceirizar felicidade (ou infelicidade)! Sua vida não deu certo, você se sente infeliz em alguma questão específica? Você tem todo o direito de estar insatisfeito – mas este feito é teu! Responsabilidade tua…
Terceirizar é se livrar da responsabilidade de cuidar daquilo que você tem de melhor – você mesma! ACORDA! Aos conhecidos e desconhecidos, sempre recomendo terapia (se quiserem, minha terapeuta é fodastica, não passo mais com ela mas recomendaria com carinho)!
Enfim…
Seja protagonista do filme da sua vida! Os relacionamentos estão tão desviadores por isso – concluímos. As pessoas têm se contentado em serem coadjuvantes. Em serem âncoras, querem ter alguém pra garantir seu status! Poxa… Tanta gente namora e trai; pra que namorar? Poha… Alguém forçou o infeliz a namorar?!
Pois é… Concluímos que aos 30 muitas coisas mudam e a praticidade toma conta, isso se faz real– apesar do desejo e vontade de ter alguém, de compartilhar histórias, viagens, maus e bons momentos… Apesar da vontade de ter colo, de sonhar junto, de cuidar e ser cuidada; algumas coisas enchem o saco de primeira!
E todo esse jogo, toda essa história faz com que se “aproveite o momento” pois percebe-se que não tem um depois; tem o agora. Aproveita e pula fora ou só pula fora. Mas apega sem se apegar… Sim, muitas vezes é o que acontece (questionei se acontecia no presente; afinal estamos solteiros por alguma crença).
Eu penso que serei excelente par, quando for incrível ímpar; captaram? Viajo sozinha, vou em restaurantes – da moda ou da esquina de casa, teatros, eventos, fico em casa num sábado à noite de maneira pacífica – para comigo mesma. Como eu posso ter alguém e pensar em estar junto sem saberi ficar só? Como tolerar as tolices que emperram a comunicação e nos fazem pagar micos se eu mesma deixo de rir nas vezes que eu pago mico? Como?
Sim… Percebemois que aos 30 as prioridades realmente mudam; nosso corpo, nossas crenças e valores também se transformam. O melhor é aceitar; é viver o presente (por mais desafiador que pareça), é agradecer e reconhecer quem somos, o que construímos e as habilidades que aprimoramos; reconhecendos-nos à nós mesmos!
Foi sim… Foi um dia de pensar.
De conhecer uma boa companhia, em uma cidade quente, linda e acolhedora; de um povo cheio de histórias e bares com torres de chopes geladas!
Aiai…
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Grata…
Nanaste ♥️??
Sheila Machado





