Segredos de uma Fiona – quando era Mini Fiona e nem sabia…
“Aos 11 pra 12 anos, fui expulsa da Comunhão; só poderia retornar às aulas era Catequese se estivesse acompanhada de minha mãe” (?? ups).
Juro que não coloquei fogo na paróquia – até confesso que comia umas hóstias escondidas ou tocava “umas duas badaladinhas a mais no sino” quando fui coroinha ?
Aos 11 questionei a freira sobre o Deus que ela me dizia ser impiedoso – pois se eu pecasse UMA VEZ em vida, iria pro inferno e lá ficaria para tooooda a eternidade.
“Irmã e Deus nos ama”?
“Sim, Deus ama à todos”
“E como Deus me ama, se eu for pro inferno e, Ele vendo que estou lá, arrependida e sofrendo me deixará lá? Isso é o amor de Deus”?! – choquei aos 11 anos; afinal Deus é amor, não?!
Pois é… Convidada a me retirar, voltei na semana seguinte acompanhada de uma tia (minha mãe ficou envergonhada – com 11 anos e expulsa da catequese – o que seria aos 30?)
E hoje, com 34 eu relembrei essa história. É verdade quem afirma que eu vou em vários locais – vou sim. Pra mim, Deus é amor – independente do templo ou local que eu estiver. Deus é compreensão! Justamente por acreditar em “uma energia muito maior que eu”. Energia que habita em mim e habita em qualquer outro! Por isso constantemente revejo minhas certezas e busco compreender o outro, em seus esforços – independente de irmos na mesma igreja, em uma cachoeira, rodearmos uma fogueira xamânicas, uma festa de Ere ou em um cemitério – orando pelos que partiram…
Deixo claro meu bem querer pelo judaísmo por isso; pois eles valorizam a doação. Sem cercear ou impor regras extremas, de um “Deus” que abandona seu filho, sacrificando-o, caso ele não se sacrifique por Deus. O judaísmo ensina que existem 3 formas de realizar caridade;
1) você doa dinheiro – pois sem tempo e muito trabalho, o dinheiro pode e deve ser usado em seu favor e à favor da comunidade.
2) Você dispõem de tempo e dinheiro – eles te incentivam nos programas da comunidade ligadas à Sinagoga ou aos locais que frequenta. Pode comprar mantimentos kosher e levar em locais determinados onde os judeus que não tem dinheiro para comer comida kosher (neste exemplo) vão, e alimentam-se com a dignidade que qualquer judeu ortodoxo merece
3) você não tem dinheiro, não tem mantimentos para doar, mas tem tempo – poxa, o tempo é tão sagrado! Então você dia seu tempo. Envolve-se nos grupos de jovens, nos trabalhos comunitários…
Enfim; admiro abertamente os ensinamentos judaicos por isso, pois na roda da vida tudo é impermanente e todos que se dispõem são reconhecidos!
O tal Deus impiedoso católico, que prega submissão e desamparo de si – para cuidar dele e então “poder crescer” na vida; sumiu!
Eu acredito neste Deus libertador. Acredito no reconhecimento humano e também nos desafios gerados em auto-conhecer-se.
Tenho alguns queridos judeus em meu face e me corrijam se eu estiver errada… Pq eu me questiono sobre esse Deus que desampara e não reconhece o filho – possibilitando que ele seja exatamente quem é -pois a forma que somos é a forma perfeita… E merece respeito!
Quer um presente meu? Um ebook todo especial do Anthony Robbin? Clica aqui nesse link e se cadastra. Voce receba na mesma hora o link para download do ebook! https://leadlovers.com/c29dd91/lista-vip-f5-noticias/ebookanthonyrobbin

Nanaste ??♥️



