Afinal, Paris desacompanhado pode?! Claro que pooooode! ???
Estes dias me perguntaram como eu havia ido à Paris estando solteira – afinal a Cidade Luz seria a cidade dos enamorados, das juras de amor ao por do sol na Torre Eiffel ? #SoCute
Realmente, é encantador caminhar por Paris e sentar nos parques a tarde. Observar os enamorados é mais que isso, os transeuntes bem vestidos, os animais livres e as crianças que brincam como eu brinquei em minha terra natal na infância; sem medo e receio de um amanhã infeliz!
Paris é encantadora por si só; e defendo que somente somos bons “pares” quando sabemos ser excelentes ímpares! Se eu não gostar da minha companhia, sorrir sozinha com meus pensamentos bobos, me espantar com a capacidade criativa da minha imaginação e com minhas “proezas cognitivas” (vulgos micos/orangotangos) – como ofertar o bem se eu mesma não me faço bem?!
Viajar é desfrutar nosso “eu”, é degustar novas conversas; saborear culturas!
Sobre Paris? Deve ser incrível viajar enamorada – quem sabe eu ainda desfrute disso; um companheiro ao por do sol no Jardim de Luxemburgo ou uma mão que me respeite e me acaricie enquanto me conecto e agradeço aos meus mentores durante a cerimônia religiosa da Catedral de Notre-Dame. E sim, após a missa pisar juntos no marco zero da cidade e sentar em um dos bistrôs da praça de Notre-Dame; beber vinho, comemorar e divagar sobre os dias…
Porém Paris também é incrível de ir só; o Musée d’Orsay é simplesmente maravilhoso – sempre tem exposições surpresas e um acervo particular enorme – com Picasso; Renoir e muito mais! Ponto pro restaurante interno; almoçar com a luz solar lá é fantástico – o vinho da casa é servido em uma jarrinha e é genial. Passei o dia lá em janeiro de 2014 – meu aniversário é uma exposição de Van Gogh – que eu simplesmente amo! Presente do universo; com certeza…
Paris tem outros museus que sou apaixonada! No bairro Marais – com estação de metro de mesmo nome, você encontra o Judish Museum e o Musée Picasso – com três andares de enlouquecer qualquer amante das pinturas!
Existem as Basílicas – históricas e tao, mas tão lindas… De tirar o fôlego! Fui em algumas das vezes que estive lá – pontos para a Catedral de Notre Dame (assisti à missa ecumênica – totalmente cantada; incrível e comunguei), a Basílica de Sacré-Couer (fica em Montmartre; super fácil de chegar), aqui as pessoas e os amantes noturnos – inclusive os “solteiros” rsss vem para ver o sol nascer! Como é lindo e inesquecível o nascer do sol nas escadarias desta basílica!


Para quem gosta de Museu; recomendo o do Rodin – FODASTICO! Sai tão apaixonada; inesquecível. É uma casa que onde as obras são expostas interna e externamente. O local é de um bom gosto ímpar e, eu que sempre sonhei em ver a “Porta do Inferno” pude vê-la; tocar, observar, bater fotos… ahhhh como é bom viver!

Ainda tenho muitas outras coisas para falar sobre Paris; mas vou deixar para uma próxima!
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Namaste



