por Nilton Ramos
A certeza é que habitamos numa pseudo-democracia. Que ainda temos muito que aprender. Incluo aqui, a votar, sem aceitar influências alheias, sejam diretas ou indiretas, como das redes sociais, da imprensa comprometida com determinado grupo político, etc.
Como está não é possível que permaneça. Os Brasileiros são vítimas de uma organização criminosa sem precedentes.
Essa organização tem tentáculos por todos os poderes, e com forte repercussão e interesse de grandes empresas, e na vida política do Brasil.
Não nos interessa se PT e/ou PMDB no Poder, a incompetência dessa gente e seus aliados (parasitas) é notória.
No Parlamento, principalmente na Câmara dos Deputados, a presença como presidente da Casa, de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é vergonhosa.

A ética, a moral e a legalidade obrigam que esse ‘sujeito’ se afaste do (des)comando da Câmara Federal até que se apure as denúncias que pesam contra ele.
Novas eleições seriam o mínimo a ser feito. O processo que reelegeu Dilma Rousseff precisa ser anulado, a chapa e a campanha não foram legítimos. Manter esse (des)governo é tornar ainda mais amplificada a penúria político-econômica brasileiros. Um ato de irresponsabilidade com a coisa pública.

Brasileiros foram neste domingo às ruas. Não vale a pena quantificar quantos protestaram contra a corrupção e são a favor do impeachment da presidente Dilma.
Defender a manutenção do atual quadro é no mínimo um ato de omissão e covardia contra os oprimidos e em favor dos opressores.




