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Região Sudeste ocupa a primeira posição no ranking do câncer de mama

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De todas as regiões brasileiras, a Sudeste é a que possui a maior prevalência do câncer de mama. A cada 100 mil mulheres, cerca de 71,18 terão câncer de mama, o tipo mais comum entre o público feminino.

Em segundo lugar está a Região Sul, onde 70,98 desenvolverão a doença, seguida pela Região Centro-Oeste, onde o número é de 51,30. Na Região Nordeste, serão 36,74 mulheres, e na Norte, 21,29. Em todas as regiões o câncer de mama é o de maior incidência entre as mulheres, exceto na região Norte, onde o tumor mais comum é o de colo de útero. Os dados são do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

No Brasil são esperados mais de 57 mil casos até o final de 2014, com risco estimado de 56,09 casos a cada 100 mil mulheres. Dentro desta proporção, a doença deve representar 20,8% dos casos de câncer em mulheres registrados no país, taxa quase três vezes acima do tipo que está na segunda posição: o câncer de colo e reto (6,4%).

“A maioria das mulheres já reconhece e percebe a importância dos exames para detecção precoce do câncer de mama. Muitas delas, no entanto, não se submetem por medo, tanto da dor durante a realização do exame quanto do diagnóstico positivo”, afirma Dra. Flora Finguerman, coordenadora do serviço de mamografia do Delboni Medicina Diagnóstica.

Em 2012, último dado consolidado, a doença representou 1,67 milhão de casos novos em todo mundo, o que representa 25% de todos os tipos de câncer diagnosticados nas mulheres. “O câncer de mama afeta os seios, glândulas formadas por lobos que se dividem em estruturas menores chamadas lóbulos e ductos mamários. Apesar de ser uma doença grave, quanto mais cedo ela for diagnosticada, mais fácil será a sua cura”, revela Dra. Flora, reforçando que, quando o diagnóstico é feito logo no início da doença, as chances de cura são de até 95%.

O câncer de mama ainda é a principal causa de morte por câncer na população feminina entre 40 e 70 anos de idade. Sua detecção pode ser realizada por meio da mamografia. A ultrassonografia é um exame complementar e ajuda a diferenciar os nódulos benignos dos malignos.

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