Protagonize Sua História

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Há anos venho trabalhando para ajudar pessoas e a ressignificar a história de suas vidas, resgatando a originalidade, interdependência e autonomia.

Escrevo a todos que amam ser altamente desafiados e desejam quebrar os limites de uma existência comum, encontrar a coragem de abraçar e irradiar mudanças ousadas! 

Todo dia traz consigo, também, a possibilidade de uma nova esperança de ser, fazer e ter algo totalmente novo, além de protagonizar em um cenário maravilhoso a mais bela e exuberante história de sua vida, criando e co-criando enredos, roteiros, diretrizes, novos caminhos e formas de expressar. Isso, ainda, sem contar com a inclusão de pessoas: pessoas chaves, pessoas coadjuvantes e outras que apenas passam como figurantes em um contexto, em um cenário ou apenas um “take” da história. 

E pensar que poderiam ter feito diferença! Mas contentaram-se em apenas acompanhar o fluxo de estar ali e obter alguns segundos de glamour. Inebriados com o fascinante, maximizaram os poucos segundos de atuação. 

  • Olha lá eu, no meio daquela multidão!
  • Exatamente onde você está se vendo?
  • Ali, em qualquer lugar…

Existem pessoas que vivem quase um século e, na história, há pouco registro para ser lembrado, celebrado, pois permitiram que outras pessoas escrevessem ou rabiscassem os ditames de suas próprias vidas. Conformam-se com os padrões, limites e crenças de uma sociedade medíocre, que não enxerga um palmo de distância à a sua frente e quer impor procedimentos legalistas em um secularismo letal desconectado da dimensão de humanidade justa e honrada, e assim, propõe veementemente ao cidadão inebriado e inconsciente sobre o que fazer, como fazer, com quem fazer e onde fazer. As mesmas, negociaram seus valores e princípios, para serem aceitas em uma roda de “comuns” com destinos comuns, sem o mínimo senso de onde chegar, pois os mapas são borrados com informações truncadas, limites tortuosos e abismos decorrentes. É exatamente por essa razão que pessoas, que se amoldam a esse modelo medíocre, deixam de viver a beleza da vida, vivem os desejos de outros e diminuem a possibilidade de marcarem a história presente e das gerações futuras, pois os seus registros são raros e de pouca significância.  

É, a vida é assim! Por outro lado, alguns passaram por aqui, já não estão mais e, mesmo depois de sepultadas, suas vidas continuam falando e falam alto, como se estivessem gritando em estádios, arenas, manifestações. Essas, decidiram quebrar os limites de uma existência comum e encontraram coragem de abraçar e irradiar mudanças ousadas e, com isso, tornaram-se referência, padrão. Simplesmente, porque decidiram pensar fora da caixinha, compartilharam idéias e reinventaram uma cultura digna de ser lembrada, infringindo todas as impossibilidades, com ou sem agrado ao “status quo”. Transformaram pensamentos, ideias, hábitos, culturas em leis que regem cidades, estados e nações. Provavelmente, você pensou em alguns nomes, mesmo sem citá-los. Essas pessoas que, na maioria das vezes, eram vistas como fracas, indesejáveis, incapazes e, aos olhos dos fortes, não tinham a mínima condição de sobrevivência em um parque de diversão,  quanto menos em uma selva de matadores, exterminadores e predadores. 

A vida dá voltas! O paradoxo evidencia-se no fraco sendo forte, o lento sendo veloz, (encontrando o “time” e discernindo melhor o tempo), o cansado energizado, o indesejado sendo aclamado, aquele sem perspectiva vislumbra um novo tempo, um destino totalmente inesperado mas “bienvenido”. São essas pessoas que vivem os poucos anos dentro da estimativa de vida, porém, os seus feitos aparentam que viveram milhares de anos.

O padrão comum é: 

“Melhor não arriscar!” 

“As coisas estão difíceis!” 

“Não é pra mim!”

“Já tentamos isso antes!” 

“Sempre foi feito deste jeito!”

“Nada muda!”

“É difícil!”

Viver a vida de forma comum é desperdiçar a possibilidade de irradiar mudanças ousadas!