Inhapim também tem a sua ‘Cracolândia’

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CIVAS - BRASIL. Logomarca - 01

por Nilton Ramos*

Não é uma exclusividade das grandes cidades, das Metrópoles, mas habitamos um país onde prevalece a inversão de valores.

Cidadãos de bem presos em suas casas, relativamente protegidas por grades, muros e cães, e à solta, os marginais.
Esses parecem serem os únicos ao direito fundamental de ir, vir em segurança nesse país.

A desordem chamada de ‘estado paralelo’ está em todos os lugares, em todos os rincões brasileiros, e Inhapim, cidade localizada no Leste de Minas Gerais se junta a essa triste realidade.

Exemplo, um dos bairros periféricos mais violentos, é o Santa Cruz [Eucalipto]. Há tráfico de drogas, armas e prostituição. Disparos de armas de fogo não ocorrem apenas à noite. Às claras são feitos disparos a ermo.

Aqui, ainda na sexta-feira, o menor ‘A’ baleou por três vezes, com arma de grosso calibre um homem de pouco mais de 20 anos, que continua internado.

Já o infrator, dono de uma extensa ‘capivara’ continua à solta. E a sociedade esperando que o Magistrado defira uma ordem de prisão para que o delinquente seja julgado pelos atos infracionais cometidos, como homicídio tentado e porte de arma de grosso calibre.

E com fundamento na própria lei 8.069/90 [Estatuto da Criança e Adolescente] que o menor ‘A’ seja julgado e condenado a uma pena que o mantenha numa instituição especial até os 21 anos de idade.

Terá tempo suficiente para ser ‘recuperado’ pelo Estado. Contrário, ao alcançar a maioridade penal a situação muda de figura.

Em tempo: o deliquente tem 15 anos.

A Organização-Não Governamental CIVAS – BRASIL. Centro Independente de Combate à Violência; à Corrupção, e Apoio à Sociedade se junta às entidades que formam  ‘O Terceiro Setor’,  que defende os interesses da sociedade.

Afinal, seu papel auxilia o Ministério Público no combate à violência, à corrupção e defesa dos direitos individuais, difusos, coletivos, no fazimento da Justiça, dentre outros.

As entidades que compõem ‘O Terceiro Setor’ tem personalidade jurídica própria, e autonomia para agir, extra e judicialmente.

Canais de contato: twitter: @civasbrasil e pelo e-mail: civasbrasil@gmail.com

Aquele que se omite diante de quaisquer ilegalidades também é responsável.

 

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