Governos da Inglaterra, Itália, Alemanha e Espanha analisam ameaça terrorista

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O primeiro-ministro britânico, David Cameron, preside na manhã deste sábado (14) uma reunião de crise, na sequência dos atentados de Paris.

“Vou presidir uma reunião da Comissão de Segurança esta manhã, depois dos terríveis e repugnantes atentados terroristas em Paris”, declarou Cameron na conta da rede sociail Twitter.

O governo da Itália decidiu aumentar o nível de alerta no país e convocou uma reunião de emergência da Comissão de Ordem e Segurança Pública, presidida pelo primeiro-ministro, Matteo Rinzi.

O aumento dos controles de segurança afetará principalmente Roma e Milão, enquanto o nível de alerta máximo atingirá todo o território, informou o Ministério do Interior italiano.

A chanceler alemã, Angela Merkel, convocou uma reunião ministerial de crise e prometeu “fazer tudo” para ajudar a França no “combate contra os terroristas”.

“Vou me reunir durante o dia com os ministros, de modo a analisar o desenvolvimento da situação na França e de todas as questões relacionadas”, declarou Merkel.

“Vamos fazer tudo para ajudar a combater os autores e os instigadores desses atentados. Estamos ao lado da França, afirmou Angela Merkel, informa ndo que está “em contato direto” com o governo francês.

A chanceler acrescentou que “este atentado contra a liberdade não visa apenas Paris, mas atinge todos”.

O presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, também preside hoje de manhã, no Palácio da Moncloa, uma reunião do Conselho de Segurança Nacional para analisar a situação depois dos atentados de Paris.

O atentado terrorista de ontem (13) à noite em Paris deixou pelo menos 127 pessoas mortas e 180 feridas, 80 dos quais em estado crítico.

De acordo com autoridades francesas, oito terroristas morreram, sete deles suicidas, que usaram cintos com explosivos para os atentados.

Os ataques ocorreram em pelo menos seis locais diferentes da cidade, entre eles uma sala de espetáculos e o estádio nacional, onde ocorria um jogo de futebol entre as seleções de França e da Alemanha.

A França decretou o estado de emergência e restabeleceu o controle de fronteiras na sequência do que o presidente François Hollande classificou como “ataques terroristas sem precedentes no país”.

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