Como prosperam os melhores

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Por Adriano Godoy

Ainda não chegou ao Brasil a versão portuguesa do livro “O Denominador Comum do Sucesso” de E. M. Gray. O autor estudou o denominador compartilhado pelas pessoas bem sucedidas. Não foi o trabalho duro, nem a qualidade dos relacionamentos ou a boa sorte os fatores críticos do êxito. Embora essas situaçõe sejam importantes. Segundo Gray as pessoas bem sucedidas têm o hábito de fazer as coisas que os fracassados não gostam de fazer. É assim que eles prosperam.

Temos alguns exemplos disso. Um deles é o da modelo Gisele Bündchen, a rainha das passarelas e a top model mais famosa de todos os tempos. Erra quem pensa que tudo isso se deve exclusivamente pelo seu rosto angelical e corpinho na medida certa. Sobretudo, Gisele sempre foi uma guerreira dentro e fora das passarelas. Encarou serviços no início de carreira – nada que tivesse que se envergonhar – que modelos mais novinhas estão rejeitando.

Já vi muita gente criticando a modelo. Principalmente, mulheres dizendo que ela não é tão bonita assim. E talvez não seja mesmo. Mas, a brasileira que brilhou no mundo inteiro e foi alvo das maiores grifes mundiais é uma empreendedora nata acima de tudo. E mereceu cada centavo que conquistou. Diga-se de passagem, que mesmo depois de “aposentar-se”, ainda é a modelo mais bem paga do mundo.

Outro dia mesmo vi uma dessas modelos “Geração Y”. Ela falava numa entrevista que não queria por exemplo fazer serviço no Japão porque achava muito difícil. Enquanto a Gisele foi várias vezes por lá. É assim que funciona. A top model nova, que ainda não é “top”, já age cheia de restrições e “não me toque”. E aos poucos perde um contrato aqui outro ali e por aí se vai a sua promissora carreira, mas, cheia de limites, sobre o que gosta e o que não gosta de fazer.  É fácil concluir que não vai tão longe quanto a Gisele.

Não é que as pessoas de sucesso gostem de fazer tudo. Mas, a força de seus propósitos prevaleceu quando bateu aquela vontade de ir pelo caminho mais fácil. Enquanto a “maioria”, principalmente a galerinha nova que está chegando agora ao mercado – pratica a lei do menor esforço.

Estava assistindo a uma entrevista do empresário e apresentador Sílvio Santos e ele falava a respeito de sua trajetória de vida e de sucesso. Uma coisa ele frisou bastante: “nada para mim veio de mão beijada”. Ele teve que “pagar o preço” antes de desfrutar do que a vida tem de melhor.

Vamos deixar uma perguntinha básica para nosso internauta: “você tem esse denominador comum dos bem sucedidos ou vai pratica a lei do menor esforço”?

O mundo parece injusto, com boa parte das riquezas concentrada nas mãos de poucos. E tirando fora o pessoal da corrupção, pegando a nível mundial, pesquisas indicam que se essas riquezas fossem distribuidas igualitariamente, para todos seria apenas uma questão de tempo para elas retornarem para as mãos de quem está preparado para tê-las. Resumindo a ópera: “o dinheiro tenderia a voltar para seus antigos donos”. A tal minoria.

Não é de se assustar, quando ouvimos falar em matérias jornalísticas, de pessoas que acertaram na “mega Sena” e ficaram milionários, mas, depois perderam tudo que tinham, e voltaram à vida que levavam antes da fortuna. Simplesmente não estavam maduros para terem dinheiro, porque não passaram pelo processo de desenvolvimento pessoal para adquirí-lo.

Outro dia conversava com uma cliente minha, dona de uma clínica de sucesso. Ela relatou que no início tinha que costurar e também vender doces na rua para pagar sua faculdade. E ficava abismada com profissionais, que vinham na sua clínica buscando oportunidade, mas, cheias de direitos e indisposição para pegar firme no trabalho e prontas para “sugar” tudo que pudessem sem esforço extra. Enquanto minha cliente estava orgulhosa de poder empregar pessoas que sustentam suas famílias graças ao seu projeto.

Não se preocupe em simplesmente ter ou não ter dinheiro. Mas, pelo menos, se prepare para não ficar preso a “paradigmas”, que limitem sua capacidade de realizar algo que depois você possa de fato se orgulhar. Como coach, palestrante e consultor empresarial, meu propósito em minha coluna é te ajudar a descobrir o seu próprio caminho e seguir em busca do melhor para você e para as pessoas que ama.

Abraço e Sucesso para todos!!!

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