Amo meus pais ❤️

Date:

Vi na internet um vídeo sobre paternidade (o vídeo esta no final do texto) e resolvi escrever…

Sempre digo que se as pessoas soubessem a falta que faz um pai e uma mãe, elas valorizariam muito os pais que tem! Diriam EU TE AMO sem medo, beijariam e abraçariam mais seus pais, seja por eles serem quem são ou por gratidão pois lhe deram a vida!

Eu amo meus pais… E não tem um dia que não lembro deles com amor e carinho, com o peito cheio de saudades – algumas vezes com lágrimas nos olhos e em outras com um sorriso nos lábios!

Minha mãe e meu pai nunca foram casados mas desde que soube que eu “viria para este mundo” meu pai me assumiu e assumiu minha mãe. Finais de semana e férias eu estava com  ele. Café da manha, almoço e janta eu sempre fazia dobrado – uma com minha tia e a minha avó e outra no colo do meu pai (que me deixou o amor por pimenta e me ensinou o que é empatia, sem nem sabermos que esse era o nome que se dava)!

Tive um pai incrível… Que trabalhava nas noites de Natal mas sempre estava disposto no café da manha do dia seguinte me escutando falar sobre os presentes que ganhara e de como tinha tido uma noite realmente feliz.  Meu pai deixou este plano quando eu tinha 8 anos… E me deixou em uma família incrível – que tem percalços, alegrias e tristezas como qualquer outra mas que prega o respeito e harmonia acima de tudo. Meu pai me deixou amparada por uma tia e uma avó (que desencarnou com mais de 100 anos).

Por incrível que pareça, continuei passando meus finais de semana e férias na casa delas… Até meus dezesseis anos, quando tudo mudou e eu sai de casa, saí de Porto Alegre e fui receber as lições da vida…

Minha mãe, ups… Longa história mas eu olho e conto com amor e gratidão por ter estado tão próxima dela dos meus 22 anos até meus 30! Após meu pai falecer minha mãe começou a beber muito e nossa vida se tornou um inferno. Não, não achávamos que era alguma doença na época – hoje sei que sim era uma doença e eu só me afastei pois a dor de estar onde eu estava tornou-se insuportável. Por alguns anos morei “junto” de um rapaz, mudei de cidade, trabalhei de panfleteira  a “datilógrafa” (hahahaha coisa do século passado mesmo)!  E negava a existência dessa mãe… Dizia que era órfã e evitava o assunto, pois eu não tinha recursos para dialogar e comunicar o desamparo que tanto me doía.

Cresci, me tornei mulher e percebi que também quero ser mãe – e que também errarei, pois não existe manual pra maternidade e paternidade. Então pudemos resgatar, minha mãe e eu, uma relação incrível – de cumplicidade, amor, carinho e de muitos eu te amo!

Ainda hoje penso nas vezes que não a abracei e desejei abraçá-la, mas sou grata pois disse que a amava constantemente. Falávamos todos os dias no telefone (primeira coisa que senti falta após sua passagem, aquela ligação diária pra saber se eu estava bem ou pra contar alguma piada, ela era ótima nisso)! E eu aprendi a admirar minha mãe, uma guerreira que venceu o vício da bebida assim como venceu na vida – sozinha. Minha mãe que conversou comigo quando passei em psicologia e que estava lá quando me formei. Estivemos juntas no meu aniversário de trinta anos e no dela de 50… Apesar de não ser religiosa – não mesmo, ela me ensinou o quanto a oração cura, apazigua e acalma quando parece que nada mais faz sentido…

Meu exemplo de garra e minha maior motivadora – sempre disse que tudo que eu desejaria eu conseguiria. Realmente, consegui muito mais do que jamais sonhei e pretendo realizar inúmeros outros intentos! Sempre honrando meus pais, sempre sendo grata…

Saudades? Sinto de mais… Minha infância e adolescência tive de aprender a conviver com a saudades do meu pai e agora como mulher, tenho reaprendido sobre essa saudades quando penso na minha mãe.

Ainda assim, apesar de ter vivido com eles muito menos do que eu acho que um ser humano deve ter de tempo para estar com seus pais eu sou grata. Minha mãe partiu e eu mudei, resignifiquei minha dor com estas viagens e tenho preenchido meus vazios com as historias que o mundo me oferta.

Sei que em mim surge uma nova história. Que quando eu tiver filhos falarei das boas coisas e, dessas dores todas eu falarei de forma amena – sem nunca esquecer os ralados do meu joelho mas quero olhar pra eles cada vez mais cicatrizados.

Posso parecer chata quando eu digo que amem seus pais exatamente como eles são. Vocês tem consciência do que podem mudar, mudem! Antes de discutir, calem. E se puderem, abracem! Abracem e beijem muito… Eles merecem um recomeço cheio de amor e vocês merecem amar.

Sim, eu tive pais incríveis!

https://m.youtube.com/watch?v=xj-IO2kOHcI
Namaste!

Quer um presente meu? Um ebook todo especial do Anthony Robbin? Clica aqui nesse link e se cadastra. Voce receba na mesma hora o link para download do ebook! https://leadlovers.com/c29dd91/lista-vip-f5-noticias/ebookanthonyrobbin

❤️✌️

amo meus pais
amo meus pais
Sheìla Machado
Eu sou a Sheìla Machado, Partner SBCoaching, com Bacharel em Paicologia e em Administração de Moda. Vivo a missão de proporcionar AMBIENTES POSITIVOS e FORTALECEDORES para que cada pessoa acesse o que tem de melhor em si! Desejo continuar impactando positivamente vidas, agregando VALOR através de estratégias e SOLUÇÕES DE SUCESSO aos meus colaboradores, clientes, leitores e amigos! Como Skill Coach, atingi mais de 12 mil horas trabalhadas, com cases de Sucesso nas mais diversas áreas - promovendo qualidade de vida e alta performance com RESULTADOS SURPREENDENTES em pessoas, times e organizações. Amo o ser humano é nosso estado de SER humano. Sempre curiosa e inquieta, tornei-me Pesquisadora é adepta às mudanças de comportamentos em ambiente Indoor e Outdoor (minhas paixões)! Ressignifico VIDAS, transformo DOR em AMOR! Gaúcha morando em São Paulo, balzaquiana, independente, trinta e tantos, divididos em muitas (e boas) historias, afinal: MEUS APRENDIZADOS, SEUS INSIGHTS. 🔆♥️
- Patrocinadospot_imgspot_img

Compartilhar o Post:

Assinar

::: Patrocinado
- Patrocinado -
Powered by GetYourGuide

Popular

- Patrocinadospot_imgspot_img

Relacionados
Relacionados