Casa Branca critica quarentena para conter ebola

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Nova York e Nova Jersey passaram a exigir isolamento de 21 dias a profissionais de saúde que vêm do oeste africano. Para administração de Obama, eficácia da medida não é comprovada

A administração do presidente americano Barack Obama afirmou que está preocupada com as quarentenas determinadas em Nova Jersey e Nova York para controlar a transmissão do ebola. O governo dos Estados Unidos chamou a política de “não fundamentada na ciência”, mas não pediu formalmente que os governadores dos dois Estados interrompessem a medida.

Os governos locais de Nova York e Nova Jersey exigiram quarentenas de 21 dias para trabalhadores de saúde que trataram vítimas da doença na África Ocidental. A decisão ocorreu na sexta-feira, após um médico que atuou no combate ao ebola na Guiné ter sido diagnosticado com o vírus em Nova York. Os Estados de Illinois e Flórida também devem adotar medidas semelhantes.

Em comunicado, um alto funcionário da administração Obama afirmou, em condição de anonimato, que a política pode minar os esforços de contenção do vírus, desencorajando os médicos e outros profissionais de saúde a viajar para a África. Ele acrescentou que o governo federal vai lançar em breve diretrizes nacionais sobre o retorno de trabalhadores médicos

 

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